Meio Ambiente de trabalho dos Auditores Fiscais de Curitiba

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As coisas andam quentes no saguão do prédio central. Filiados registram 32ºC no ambiente de trabalho. Abrem-se as janelas, voam-se os papeis e o vento forte repentino pode fechá-las com muita força e quebra-las como já ocorrido e com as janelas fechadas é insuportável o calor que irradia pelos vidros. E quando chove, potes de sorvete são presos no teto do banheiro feminino para conter goteiras, e no pavilhão da FRM lixeiras se enchem com água da chuva ao lado de fiações elétricas expostas e mal acabadas. Servidores trazem ventilador, mas não há tomadas suficientes.

Os fatos foram registrados e encaminhados à Diretoria pedindo solução, diretamente pelos servidores, todavia sem solução até o momento.

Em novembro, o Sinfisco reuniu-se com um representante do Ministério Público do Trabalho, que recepcionou os relatos e demais registros, bem como nos informou que orientará uma visita de um técnico e de um médico de segurança do trabalho. Também contatou-se um engenheiro de segurança do trabalho.

Os pontos de indisposição são: a) temperatura; b) ruído; c) infiltrações por água de chuva e d) fiação elétrica exposta.

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